Estamos chegando ao final do ano e como de costume a eleição da FIFA ao melhor jogador de futebol em atividade. E mais uma vez é grande a chance de um brasileiro ser o mais votado - Kaká.
Outrora rejeitado pelos torcedores do São Paulo, o que é até compreensível, por ter pouca idade na época e já ser exigido como um atleta experiente, hoje o craque brilha nos gramados italianos e europeus além de triunfar também com a amarelinha.
E falando da camisa da seleção, vale lembrar que ele foi um dos únicos destaques da equipe na Copa do Mundo de 2006, ofuscando os Ronaldos, Robinho e cia. LTDA naquele vexame.
Todo brilho dele desperta o interesse de diversos clubes europeus. Milan, Chelsea, Real Madri; todo dia saem notícias nos jornais anúncios de uma possível oferta pelo garoto prodígio. E todas apresentando cifras astronômicas tentando reconhecer todo o talento do jogador brasileiro.
E quem tem a lucrar com isso são o Milan e ele mesmo. O clube, que já desfrutou e ainda o faz das jogadas magníficas de Kaká e do retorno do investimento, baixo para tanta maestria, e o próprio jogador, com salários altíssimos, contratos de patrocínio... Uma troca por outra estrela de um grande time pode ser anunciada a qualquer momento e quem com certeza quem perderá (apesar do lucro financeiro) será o time de Milão.
Ainda mais porque, no ínicio de dezembro, não vejo outra possibilidade a não ser o anúncio dele como melhor do mundo. Merecidamente. Valorizando-o ainda mais, se é que isto é possível.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Virando Football
De uns tempos para cá não temos como não notar a grande queda de qualidade técnica em que o futebol entrou. Os times, principalmente os brasileiros, eram compostos em sua grande maioria por craques da bola, o que deixava os jogos com cara de verdadeiros espetáculos, levando multidões aos estádios.
Com a perda da qualidade técnica, as equipes passaram a dar ênfase à parte física e tática, tanto que hoje os trabalhos extra campo são de suma importância tanto na prevenção quanto na reabilitação de lesões, desde as mais simples até as mais graves.
Com isso, o vigor físico dos jogadores aumentou consideravelmente e tornou as partidas muito mais “brigadas”. Uma das consequências desta mudança é o alto índice dos traumatismos cranianos que vêm ocorrendo no mundo da bola.
Para citar 2 exemplos recentes, no jogo que findou o tabu do São Paulo ante o Corinthians, no último dia 7, Richarlyson, intencionalmente, “chutou” a nuca do volante corinthiano Carlão, que caiu desacordado e teve de ser socorrido prontamente pelos médicos do clube e teve de seguir de ambulância para o hospital, recuperando a consciência algum tempo depois.
Na partida pelas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa-2010 entre Argentina e Venezuela, um choque entre o zagueiro argentino Burdisso e o atacante venezuelano Arango resultou também na perda da consciência do beque e um traumatismo craniano. Por sorte, ambos estão bem. Esses são apenas 2 simples exemplos, pois se formos citar todos os casos dos últimos dias, faltariam páginas para isto.
E é ai que eu fico me perguntando: será que o futebol vai virar football?? Nossos jogadores passarão a usar capacetes e inúmeras proteções? Sinceramente, espero que não... Tenho a esperança que ainda surjam muitos Ronaldinhos, Robinhos, Kakás e cia. que façam da sua habilidade uma esquiva contra os “paredões” de plantão.
Com a perda da qualidade técnica, as equipes passaram a dar ênfase à parte física e tática, tanto que hoje os trabalhos extra campo são de suma importância tanto na prevenção quanto na reabilitação de lesões, desde as mais simples até as mais graves.
Com isso, o vigor físico dos jogadores aumentou consideravelmente e tornou as partidas muito mais “brigadas”. Uma das consequências desta mudança é o alto índice dos traumatismos cranianos que vêm ocorrendo no mundo da bola.
Para citar 2 exemplos recentes, no jogo que findou o tabu do São Paulo ante o Corinthians, no último dia 7, Richarlyson, intencionalmente, “chutou” a nuca do volante corinthiano Carlão, que caiu desacordado e teve de ser socorrido prontamente pelos médicos do clube e teve de seguir de ambulância para o hospital, recuperando a consciência algum tempo depois.
Na partida pelas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa-2010 entre Argentina e Venezuela, um choque entre o zagueiro argentino Burdisso e o atacante venezuelano Arango resultou também na perda da consciência do beque e um traumatismo craniano. Por sorte, ambos estão bem. Esses são apenas 2 simples exemplos, pois se formos citar todos os casos dos últimos dias, faltariam páginas para isto.
E é ai que eu fico me perguntando: será que o futebol vai virar football?? Nossos jogadores passarão a usar capacetes e inúmeras proteções? Sinceramente, espero que não... Tenho a esperança que ainda surjam muitos Ronaldinhos, Robinhos, Kakás e cia. que façam da sua habilidade uma esquiva contra os “paredões” de plantão.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
E mais um treinador caiu...
Foi Celso Roth. Treinador do Vasco da Gama desde abril deste ano, o técnico segurou o posto por apenas 7 meses. Mais uma vez, sobrou para o mais fraco. Claro; muito mais fácil demitir uma pessoa do que 30 jogadores do elenco, que não corresponderam dentro de campo as muitas vontades de seu comandante.
Depois de um primeiro turno muito bom no campeonato Brasileiro e de ter alcançado a terceira colocação na tabela, chegando a sonhar com o título, veio a fase ruim. Até conquistar 39 pontos, o time foi bem, mas depois começou a “patinar”. Foram 10 jogos na sequência e apenas 4 pontos, desempenho terrível que o levou da zona de classificação da Libertadores à ameaça de rebaixamento (remota, diga-se de passagem).
E nessa turbulência toda, surge uma figura que estava meio apagada nos últimos 4 meses. Romário. Como o Vasco tem um jogo decisivo no meio de semana contra o América do México, válido pela Copa Sulamericana, o Baixinho é quem vai comandar o time nesta partida. E apoio é o que não faltará.
O elenco todo tem muito respeito e admiração por ele por se tratar do jogador que é e pela sua liderança dentro de campo. Fora o apoio dos torcedores, que o idolatram. Mas, segundo o mesmo, ele tem 99% de chances de não se tornar um treinador efetivo, como já disse em outras ocasiões, por não querer mais vivenciar concentrações, viagens, stress com o possível mau futebol de seu time...
E em sua primeira entrevista coletiva como jogador-treinador, Romário não deixou o bom humor de lado, como sempre. Um certo repórter fez a seguinte pergunta:
- O Baixinho joga no próximo jogo?
E Romário, sem titubear, rebateu:
- Depende do treinador. E soltou umas boas risadas.
Se como treinador ele tiver o bom desempenho assim como teve dentro da grande área, os torcedores vascaínos podem começar a encomendar os rojões para comemorar a classificação a próxima fase!!
Depois de um primeiro turno muito bom no campeonato Brasileiro e de ter alcançado a terceira colocação na tabela, chegando a sonhar com o título, veio a fase ruim. Até conquistar 39 pontos, o time foi bem, mas depois começou a “patinar”. Foram 10 jogos na sequência e apenas 4 pontos, desempenho terrível que o levou da zona de classificação da Libertadores à ameaça de rebaixamento (remota, diga-se de passagem).
E nessa turbulência toda, surge uma figura que estava meio apagada nos últimos 4 meses. Romário. Como o Vasco tem um jogo decisivo no meio de semana contra o América do México, válido pela Copa Sulamericana, o Baixinho é quem vai comandar o time nesta partida. E apoio é o que não faltará.
O elenco todo tem muito respeito e admiração por ele por se tratar do jogador que é e pela sua liderança dentro de campo. Fora o apoio dos torcedores, que o idolatram. Mas, segundo o mesmo, ele tem 99% de chances de não se tornar um treinador efetivo, como já disse em outras ocasiões, por não querer mais vivenciar concentrações, viagens, stress com o possível mau futebol de seu time...
E em sua primeira entrevista coletiva como jogador-treinador, Romário não deixou o bom humor de lado, como sempre. Um certo repórter fez a seguinte pergunta:
- O Baixinho joga no próximo jogo?
E Romário, sem titubear, rebateu:
- Depende do treinador. E soltou umas boas risadas.
Se como treinador ele tiver o bom desempenho assim como teve dentro da grande área, os torcedores vascaínos podem começar a encomendar os rojões para comemorar a classificação a próxima fase!!
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Dinheiro limpo é o lavado? Que desgraça...
Que a corrupção existe, isso não é segredo para ninguém. Que no futebol sempre existiram fatos como as “malas pretas” e “malas brancas” (supostos subornos para times perderem ou ganharem, respectivamente) também já sabemos. Mas daí a existirem casos de lavagem de dinheiro? Acho que a situação agravou-se demais.
Um certo magnata russo, asilado político da Inglaterra, de uns tempos para cá vira mais notícia dos cadernos de esporte do que o futebol do próprio clube com o qual se envolveu. Através de seu presidente e um intermediário, este clube, segundo maior em torcida no país e o mais popular do estado, foi “vendido” para este “empresário” (aspas em empresário por que, pelo menos, para mim, profissionais de bem não agem de maneira ilícita).
Num primeiro momento, um outro cidadão, iraniano de origem e parceiro do russo, trouxe milhões de dólares imundos para o clube, na forma de contratações bombásticas como a do argentino Carlitos Tevez (que, ironicamente, tornou-se um dos maiores ídolos) e muitos outros mais – e, não por acaso, tornou-se o queridinho da torcida.
Opositores deste acordo, desde o princípio, com base no contrato firmado, botaram a cara para bater, no momento de euforia, dizendo que nos 2 primeiros anos este “grande” parceiro seria de grande valia mas que, a médio e longo prazos, a catástrofe estava anunciada.
Dito e feito. 2 anos se passaram e as desconfianças começaram. Tudo com brigas internas e desavenças entre presidência e investidores, ocasionando rancores e inimizade. Foi a brecha que a polícia e os órgãos competentes queriam para começarem as investigações. Grampos telefônicos, documentos falsificados, notas fiscais frias, denúncias anônimas... Dados sendo colhidos sorrateiramente. Mas, chega um ponto que tudo têm de ser “jogado no ventilador”. Foi o que aconteceu neste ano, o 3º da união.
Envolto nesse mar de lamas, o time se sente afetado e parece ter caído num poço sem fundo... Além dos escândalos os quais se envolveu, a parceria, que serviria de solução financeira acabou dobrando a dívida que já existia, deixou problemas com a FIFA e a Corte Arbitral do Esporte, expôs o clube ao risco de severas punições e, fora de campo, terá de responder judicialmente...
E, nessa história toda, quem faz papel de trouxa é o torcedor apaixonado, que ainda comparece fielmente aos estádios enquanto torcedores rivais zombam da atual situação vivida. Que a situação se resolva e o clube volte a ser notícia apenas na esfera esportiva.
Um certo magnata russo, asilado político da Inglaterra, de uns tempos para cá vira mais notícia dos cadernos de esporte do que o futebol do próprio clube com o qual se envolveu. Através de seu presidente e um intermediário, este clube, segundo maior em torcida no país e o mais popular do estado, foi “vendido” para este “empresário” (aspas em empresário por que, pelo menos, para mim, profissionais de bem não agem de maneira ilícita).
Num primeiro momento, um outro cidadão, iraniano de origem e parceiro do russo, trouxe milhões de dólares imundos para o clube, na forma de contratações bombásticas como a do argentino Carlitos Tevez (que, ironicamente, tornou-se um dos maiores ídolos) e muitos outros mais – e, não por acaso, tornou-se o queridinho da torcida.
Opositores deste acordo, desde o princípio, com base no contrato firmado, botaram a cara para bater, no momento de euforia, dizendo que nos 2 primeiros anos este “grande” parceiro seria de grande valia mas que, a médio e longo prazos, a catástrofe estava anunciada.
Dito e feito. 2 anos se passaram e as desconfianças começaram. Tudo com brigas internas e desavenças entre presidência e investidores, ocasionando rancores e inimizade. Foi a brecha que a polícia e os órgãos competentes queriam para começarem as investigações. Grampos telefônicos, documentos falsificados, notas fiscais frias, denúncias anônimas... Dados sendo colhidos sorrateiramente. Mas, chega um ponto que tudo têm de ser “jogado no ventilador”. Foi o que aconteceu neste ano, o 3º da união.
Envolto nesse mar de lamas, o time se sente afetado e parece ter caído num poço sem fundo... Além dos escândalos os quais se envolveu, a parceria, que serviria de solução financeira acabou dobrando a dívida que já existia, deixou problemas com a FIFA e a Corte Arbitral do Esporte, expôs o clube ao risco de severas punições e, fora de campo, terá de responder judicialmente...
E, nessa história toda, quem faz papel de trouxa é o torcedor apaixonado, que ainda comparece fielmente aos estádios enquanto torcedores rivais zombam da atual situação vivida. Que a situação se resolva e o clube volte a ser notícia apenas na esfera esportiva.
Balanço do Brasileirão
Desde que a fórmula de disputa dos pontos corridos foi adotada no nosso campeonato nacional, acho que nunca se viu uma disputa tão intensa.
Tirando o líder São Paulo, que depois de bela arrancada, já pode reservar um espaço no Morumbi para a taça, e o América/RN que já está rebaixado, todos os outros 18 times tem algo para almejar dentro da competição.
Na parte de cima da tabela, a acirrada briga por uma vaga na Copa Libertadores/08. Ainda disputam 3 vagas: Palmeiras, Cruzeiro, Santos, Grêmio, Flamengo e Fluminense, alinhados nesta ordem na classificação. Os cariocas terão de se esforçar e ganhar os próximos jogos e ainda torcer por tropeços de seus concorrentes.
Temos também a briga por uma vaga na Copa Sulamericana/08, que classifica do 5º ao 11º colocados e trata-se da disputa mais indefinida no certame. Apenas saberemos aqueles que terão o passaporte carimbado para o torneio ao final da última rodada.
Na ponta de baixo da tabela é onde rola a briga mais quente e desesperadora. O Juventude, penúltimo colocado, já está praticamente rebaixado (99% de chances, segundo matemáticos). O Paraná Clube, com 34 pontos, está no mesmo caminho e a esperança de permanência na elite parece ter acabado.
O Corinthians é o clube que vive entre o céu e o inferno. Com apenas 38 pontos conquistados e 9 vitórias, está a 3 pontos do Goiás, o pricipal concorrente, e com 3 vitórias a menos (primeiro critério de desempate). A situação não é nada confortável. Das 6 partidas que restam, o Timão precisa de pelo menos 10 pontos para se safar da degola.
Nesse meio tempo, teremos um jogo fundamental para paulistas e goianos: o confronto direto, que será realizado em goiânia pela 36ª rodada, no dia 11/11. Além dos dois times, ainda correm certa ameaça de queda Sport, Náutico, Atlético/MG e Vasco, todos com 43 pontos.
A disputa vai ser mais emocionante a cada rodada. Haja visto a empolgação dos torcedores; nesta última rodada, apenas um jogo teve público inferior a 10 mil pagantes. E melhor ainda, em dois estádios, Morumbi e Maracanã, com mais de 60 mil presentes, sendo que no segundo tivemos o melhor público do campeonato.
E ao que tudo indica é assim que iremos até o apito final da competição. Emoção garantida para todos, seja ela boa ou ruim. Portanto, vamos torcer!
Tirando o líder São Paulo, que depois de bela arrancada, já pode reservar um espaço no Morumbi para a taça, e o América/RN que já está rebaixado, todos os outros 18 times tem algo para almejar dentro da competição.
Na parte de cima da tabela, a acirrada briga por uma vaga na Copa Libertadores/08. Ainda disputam 3 vagas: Palmeiras, Cruzeiro, Santos, Grêmio, Flamengo e Fluminense, alinhados nesta ordem na classificação. Os cariocas terão de se esforçar e ganhar os próximos jogos e ainda torcer por tropeços de seus concorrentes.
Temos também a briga por uma vaga na Copa Sulamericana/08, que classifica do 5º ao 11º colocados e trata-se da disputa mais indefinida no certame. Apenas saberemos aqueles que terão o passaporte carimbado para o torneio ao final da última rodada.
Na ponta de baixo da tabela é onde rola a briga mais quente e desesperadora. O Juventude, penúltimo colocado, já está praticamente rebaixado (99% de chances, segundo matemáticos). O Paraná Clube, com 34 pontos, está no mesmo caminho e a esperança de permanência na elite parece ter acabado.
O Corinthians é o clube que vive entre o céu e o inferno. Com apenas 38 pontos conquistados e 9 vitórias, está a 3 pontos do Goiás, o pricipal concorrente, e com 3 vitórias a menos (primeiro critério de desempate). A situação não é nada confortável. Das 6 partidas que restam, o Timão precisa de pelo menos 10 pontos para se safar da degola.
Nesse meio tempo, teremos um jogo fundamental para paulistas e goianos: o confronto direto, que será realizado em goiânia pela 36ª rodada, no dia 11/11. Além dos dois times, ainda correm certa ameaça de queda Sport, Náutico, Atlético/MG e Vasco, todos com 43 pontos.
A disputa vai ser mais emocionante a cada rodada. Haja visto a empolgação dos torcedores; nesta última rodada, apenas um jogo teve público inferior a 10 mil pagantes. E melhor ainda, em dois estádios, Morumbi e Maracanã, com mais de 60 mil presentes, sendo que no segundo tivemos o melhor público do campeonato.
E ao que tudo indica é assim que iremos até o apito final da competição. Emoção garantida para todos, seja ela boa ou ruim. Portanto, vamos torcer!
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Punir para descumprir
O nosso futebol pode se orgulhar de ter um órgão competente que fiscaliza e pune, dentro da lei deste esporte, os seus infratores. Isso é muito bom e bonito assim, na teoria; mas na prática não é o que está acontecendo.
As punições até que estão sendo aplicadas de maneira justa, na minha opinião. O grande problema é: elas não são cumpridas depois que foram aplicadas. A lei que serve para um, não serve para outro. E parece que, a grandeza e a importância dos clubes influi no tema.
Vejamos alguns casos. Este ano, tivemos no certame brasileiro 3 casos famosos de doping. Alex Alves, atacante do Juventude/RS, Dodô, atacante do Botafogo/RJ e Marcão, lateral do Internacional/RS. Quem não acompanhou os casos vai dizer que todos foram severamente punidos e não estão aptos a jogar por seus respectivos clubes, certo? ERRADO!!
Ai vem o GRANDE ABSURDO, na minha opinião. Dodô e Marcão foram punidos com um gancho de 120 dias. Mas, ironicamente, não chegaram a cumprir nem metade desta pena. Ficaram aproximadamente 1 mês fora dos gramados e com recurso de advogados, foram liberados para trabalhar.
Então, quem lê este post perguntará a si mesmo: “Ah, então o Alex Alves também foi absolvido e logo voltou a jogar?”. A resposta a esta pergunta vem com tamanho orgulho: NÃO.
Mas, por que estou orgulhoso da resposta negativa? Porque se foi constatado o doping, o jogador tem, sim, que pagar por isto. E foi o que aconteceu neste caso e não nos outros. Em todos, ficou provada a existência de substância ilícita na urina do jogador mas, de todos os casos, o único que cumpriu a pena fielmente, de 4 meses, foi o Alex.
E eu fico me perguntando. Será que tem algo a ver ele jogar no Juventude? Será que os interesses políticos dos cartolas do futebol absolveram os jogadores do atual campeão mundial, o colorado, e de um grandioso clube carioca?
Sem citar, ainda, o caso de Obina, que após uma agressão e uma dura pena, cumpriu apenas 5 jogos de suspensão e ontem foi liberado para atuar no clássico contra o Vasco.
Tem também o caso de Hugo, do São Paulo, que soltou uma cusparada em um atleta do Paraná Clube e está suspenso por 120 dias. Será ele o próximo absolvido? Mas, se for, será absolvido por que? Por ter se arrependido? Por que ele não pensou antes de cometer o ato?
Espero, sinceramente, que se for constatada a infração e uma pena for concedida a um atleta, que esta seja cumprida rigorosamente. Caso contrário, os atos ilícitos só aumentarão com a certeza de que as punições não serão cumpridas.
As punições até que estão sendo aplicadas de maneira justa, na minha opinião. O grande problema é: elas não são cumpridas depois que foram aplicadas. A lei que serve para um, não serve para outro. E parece que, a grandeza e a importância dos clubes influi no tema.
Vejamos alguns casos. Este ano, tivemos no certame brasileiro 3 casos famosos de doping. Alex Alves, atacante do Juventude/RS, Dodô, atacante do Botafogo/RJ e Marcão, lateral do Internacional/RS. Quem não acompanhou os casos vai dizer que todos foram severamente punidos e não estão aptos a jogar por seus respectivos clubes, certo? ERRADO!!
Ai vem o GRANDE ABSURDO, na minha opinião. Dodô e Marcão foram punidos com um gancho de 120 dias. Mas, ironicamente, não chegaram a cumprir nem metade desta pena. Ficaram aproximadamente 1 mês fora dos gramados e com recurso de advogados, foram liberados para trabalhar.
Então, quem lê este post perguntará a si mesmo: “Ah, então o Alex Alves também foi absolvido e logo voltou a jogar?”. A resposta a esta pergunta vem com tamanho orgulho: NÃO.
Mas, por que estou orgulhoso da resposta negativa? Porque se foi constatado o doping, o jogador tem, sim, que pagar por isto. E foi o que aconteceu neste caso e não nos outros. Em todos, ficou provada a existência de substância ilícita na urina do jogador mas, de todos os casos, o único que cumpriu a pena fielmente, de 4 meses, foi o Alex.
E eu fico me perguntando. Será que tem algo a ver ele jogar no Juventude? Será que os interesses políticos dos cartolas do futebol absolveram os jogadores do atual campeão mundial, o colorado, e de um grandioso clube carioca?
Sem citar, ainda, o caso de Obina, que após uma agressão e uma dura pena, cumpriu apenas 5 jogos de suspensão e ontem foi liberado para atuar no clássico contra o Vasco.
Tem também o caso de Hugo, do São Paulo, que soltou uma cusparada em um atleta do Paraná Clube e está suspenso por 120 dias. Será ele o próximo absolvido? Mas, se for, será absolvido por que? Por ter se arrependido? Por que ele não pensou antes de cometer o ato?
Espero, sinceramente, que se for constatada a infração e uma pena for concedida a um atleta, que esta seja cumprida rigorosamente. Caso contrário, os atos ilícitos só aumentarão com a certeza de que as punições não serão cumpridas.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
E não é que o Maracanã inspirou!?!
Apesar de não brilhar coletivamente, a seleção brasileira arrancou uma bela goleada na segunda rodada das eliminatórias para a Copa-2010: 5x0 em cima de uma fraquíssima seleção equatoriana.
Após um início totalmente morno e o princípio de vaias por parte da Grande torcida, Vágner Love, enfim, desencantou. É verdade que ele não teve tanto trabalho para apenas empurrar a bola para o fundo das redes, mas, a plástica do gol esteve presente na jogada, iniciada por Robinho e finalizada pelo “atacante do amor”.
Após o lance de euforia veio o marasmo novamente. Falta de criatividade e de objetividade vistos nas duas equipes. Da parte de lá, até era de se esperar, por vir para este jogo com o intuito apenas de se defender. Mas a nossa seleção poderia ter um pouco mais de “jogo de cintura” na primeira parte do jogo.
Na etapa complementar, não que o time tenha desenvolvido um grande futebol, mas, pelo menos, brilharam as estrelas individuais de Kaká e Robinho, novamente. O primeiro, marcou 2 gols, um deles uma pintura e o outro contando com uma falha do goleiro. Além disso, teve 90% de participação em outro; chutou forte de fora da área para Ronaldinho apenas desviar a trajetória da bola e enganar o goleiro.
Já Robinho foi ousado e atrevido, mais uma vez. Com o drible batizado pelo próprio de “Vai pra lá que eu vou pra cá”, invadiu a área pela linha de fundo e cruzou para Elano, que com um chute certeiro pôs fim à desgraça equatoriana... Para sorte deles.
Mas a torcida não pode se iludir com um resultado elástico como este. Se não fossem nossas estrelas brilharem individualmente e a inspiração do "Maraca", teríamos um jogo sonolento como domingo e o primeiro tempo de ontem também. Como equipe, a seleção de Dunga precisa melhorar muito...
Após um início totalmente morno e o princípio de vaias por parte da Grande torcida, Vágner Love, enfim, desencantou. É verdade que ele não teve tanto trabalho para apenas empurrar a bola para o fundo das redes, mas, a plástica do gol esteve presente na jogada, iniciada por Robinho e finalizada pelo “atacante do amor”.
Após o lance de euforia veio o marasmo novamente. Falta de criatividade e de objetividade vistos nas duas equipes. Da parte de lá, até era de se esperar, por vir para este jogo com o intuito apenas de se defender. Mas a nossa seleção poderia ter um pouco mais de “jogo de cintura” na primeira parte do jogo.
Na etapa complementar, não que o time tenha desenvolvido um grande futebol, mas, pelo menos, brilharam as estrelas individuais de Kaká e Robinho, novamente. O primeiro, marcou 2 gols, um deles uma pintura e o outro contando com uma falha do goleiro. Além disso, teve 90% de participação em outro; chutou forte de fora da área para Ronaldinho apenas desviar a trajetória da bola e enganar o goleiro.
Já Robinho foi ousado e atrevido, mais uma vez. Com o drible batizado pelo próprio de “Vai pra lá que eu vou pra cá”, invadiu a área pela linha de fundo e cruzou para Elano, que com um chute certeiro pôs fim à desgraça equatoriana... Para sorte deles.
Mas a torcida não pode se iludir com um resultado elástico como este. Se não fossem nossas estrelas brilharem individualmente e a inspiração do "Maraca", teríamos um jogo sonolento como domingo e o primeiro tempo de ontem também. Como equipe, a seleção de Dunga precisa melhorar muito...
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