Com o fim de todos os campeonatos de futebol profissionais no país, começam os trabalhos intensos das diretorias dos clubes.
E nesse período de férias, principalmente este ano, a “dança” de treinadores está intensa.
Nada menos do que Corinthians, Grêmio, Vasco, Cruzeiro, Atlético/MG e Goiás trocaram seus comandantes. Sem contar nos ainda não confirmados em seus cargos, casos de Santos e Palmeiras.
Destes, 3 definiram os substitutos: Mano Menezes assume a árdua tarefa de trazer o Timão de volta a elite do futebol em 2008 (acertou em trazer Mano, que já subiu para a série A com o seu ex-clube, o Grêmio, em 2005).
Vágner Mancini acertou com o tricolor gaúcho (o técnico conseguiu sagrar-se campeão da Copa do Brasil com o Paulista de Jundiaí - boa aposta). O Cruzeiro trouxe Adilson Batista (seu melhor trabalho como técnico foi a formação do time do Figueirense de 2006, que terminou em 7º lugar).
Bom para quem já tem definidos os seus comandantes, para que o planejamento do ano que começa seja feito adequadamente.
Junto com os treinadores há também muitas trocas de jogadores. Nesta época abre-se a janela de transferências do mercado europeu e muitos deles devem ter como destino o velho continente.
Outros que fracassaram por lá ou que não são muito aproveitados podem ser repatriados.
Um bom mercado e que vem rendendo bons frutos é o sul americano, com ofertas baratas e de jogadores que resolvem (casos de Acosta, Valdívia, Ferreira).
Algumas equipes, como São Paulo, Santos, Flamengo, terão a sua base de jogadores mantida e chegarão atletas apenas para suprir eventuais saídas ou para compor seus elencos.
Já equipes como o Corinthians, Vasco, Botafogo, mudarão e muito seus plantéis para a próxima temporada.
Sem as disputas dos campeonatos, é o mercado da bola que agita os noticiários futebolísticos de todo país.
Resta esperar e ver, após alguns meses de disputa em 2008, quem acertou e quem errou em suas contratações.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Fim do Brasileirão!!
Chegou ao fim mais um Campeonato Brasileiro de futebol. E como era de se esperar, a última rodada foi eletrizante.
Eletrizante porque praticamente tudo aconteceu. O Palmeiras entrou em campo classificado para a Libertadores e o Corinthians livre do rebaixamento. E no fim, nem um nem outro se deu bem.
O Grêmio, que praticamente não tinha chances de vaga na competição sul-americana, marcou primeiro que seus concorrentes e, momentaneamente, parecia conseguir o impossível, que não aconteceu; como era de se esperar, o Cruzeiro venceu o rebaixado América/RN e, com a derrota do Palmeiras em pleno Parque Antártica, carimbou seu passaporte para a disputa do torneio.
O Goiás, que precisava vencer e torcer por um tropeço do Corinthians para se safar, fez seu papel dentro de campo e manteve-se na elite do futebol. Mas de olho em campanhas passadas, o time esmeraldino precisa rever alguns conceitos para não fazer feio em 2008.
E o Corinthians... Parece que o destino guardava uma surpresa, das ruins, para ele. A instituição, vítima de dirigentes aproveitadores e que se viu figurado nas páginas de noticiários policiais, depois de um péssimo planejamento e uma má administração, caiu JUSTAMENTE para a segunda divisão.
Um time limitadíssimo dentro de campo. E não devemos colocar muita culpa nos jogadores pelo descenso. Pois por serem limitados, fizeram o que podiam, sempre com muita vontade e empenho. Mas apenas isto não basta. No campo de jogo é preciso ter muito mais.
Para a torcida, o fato não deve ser considerado como o fim do mundo. Outros casos demonstram que, cair, serve também como uma maneira de mudanças de conceitos e de estruturas. Vide casos de Palmeiras, Botafogo, Grêmio, Coritiba e, mais parecido com o do Timão ainda, o da Juventus de Turim.
Esta, que também se viu vítima de esquemas fora de campo para lhe favorecer, não caiu dentro das quatro linhas, mas caiu nos tribunais. Tudo muito parecido com o que acontece por aqui (falta apenas punir os culpados). E dignamente, na bola, subiu ano passado para a primeira divisão italiana e continua dando alegrias ao seu torcedor.
E lembre-se torcedor alvinegro. Uma das maiores equipes de sua história nasceu de uma situação semelhante. O time da Democracia Corinthiana, comandado pelo Dr. Sócrates, Casagrande e cia.
Parabéns ao campeão e aos classificados para a Lbertadores-08. E aos que caíram fica o alerta de que muitas coisas deverão mudar para voltarem a primeira divisão.
Eletrizante porque praticamente tudo aconteceu. O Palmeiras entrou em campo classificado para a Libertadores e o Corinthians livre do rebaixamento. E no fim, nem um nem outro se deu bem.
O Grêmio, que praticamente não tinha chances de vaga na competição sul-americana, marcou primeiro que seus concorrentes e, momentaneamente, parecia conseguir o impossível, que não aconteceu; como era de se esperar, o Cruzeiro venceu o rebaixado América/RN e, com a derrota do Palmeiras em pleno Parque Antártica, carimbou seu passaporte para a disputa do torneio.
O Goiás, que precisava vencer e torcer por um tropeço do Corinthians para se safar, fez seu papel dentro de campo e manteve-se na elite do futebol. Mas de olho em campanhas passadas, o time esmeraldino precisa rever alguns conceitos para não fazer feio em 2008.
E o Corinthians... Parece que o destino guardava uma surpresa, das ruins, para ele. A instituição, vítima de dirigentes aproveitadores e que se viu figurado nas páginas de noticiários policiais, depois de um péssimo planejamento e uma má administração, caiu JUSTAMENTE para a segunda divisão.
Um time limitadíssimo dentro de campo. E não devemos colocar muita culpa nos jogadores pelo descenso. Pois por serem limitados, fizeram o que podiam, sempre com muita vontade e empenho. Mas apenas isto não basta. No campo de jogo é preciso ter muito mais.
Para a torcida, o fato não deve ser considerado como o fim do mundo. Outros casos demonstram que, cair, serve também como uma maneira de mudanças de conceitos e de estruturas. Vide casos de Palmeiras, Botafogo, Grêmio, Coritiba e, mais parecido com o do Timão ainda, o da Juventus de Turim.
Esta, que também se viu vítima de esquemas fora de campo para lhe favorecer, não caiu dentro das quatro linhas, mas caiu nos tribunais. Tudo muito parecido com o que acontece por aqui (falta apenas punir os culpados). E dignamente, na bola, subiu ano passado para a primeira divisão italiana e continua dando alegrias ao seu torcedor.
E lembre-se torcedor alvinegro. Uma das maiores equipes de sua história nasceu de uma situação semelhante. O time da Democracia Corinthiana, comandado pelo Dr. Sócrates, Casagrande e cia.
Parabéns ao campeão e aos classificados para a Lbertadores-08. E aos que caíram fica o alerta de que muitas coisas deverão mudar para voltarem a primeira divisão.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Decisão para a última rodada!
Como era de se esperar, as emoções do Brasileirão-07 irão até o último minuto.
Depois do complemento da penúltima rodada na noite de ontem, restam 1 vaga na Libertadores-08 e 2 “vagas” para o descenso.
Para a competição sul-americana brigam Palmeiras, Cruzeiro e Grêmio. A vaga está nas mãos alvi-verdes. Jogam em casa, com o apoio da torcida, contra o Atlético/MG.
Mas o time de Parque Antártica que se cuide, pois a Raposa joga também em casa, com o Mineirão lotado, contra o rebaixado e fraquíssimo América/RN - por este motivo, só a vitória interessa ao Palmeiras, 1 ponto a frente na tabela de classificação.
Os gremistas correm por fora, com pouquíssimas chances, pois além de ganharem seu jogo em casa, diante do Corinthians, dependem de derrotas dos outros dois concorrentes. Tarefa árdua.
E é este jogo onde todas as atenções estarão voltadas. O Timão, que se tivesse vencido ontem, estaria livre da queda para a Série B, precisa de uma vitória contra os gaúchos para dependerem apenas das próprias forças e não cair.
Seus dois concorrentes na briga para sair da degola, Goiás e Paraná, jogam contra Internacional e Vasco, respectivamente; vantagem para os esmeraldinos que jogam em casa - se é que este fator possa ser decisivo.
Sem dúvida alguma, as tarefas mais difíceis são, ironicamente, dos times que se enfrentam: Grêmio e Corinthians. Jogar como visitante no Olímpico é sempre uma missão complicada. A sorte dos paulistas é que seus adversários na luta contra a queda parecem querer a todo custo o rebaixamento.
Serão 4 dias de ansiedade, angústia, sofrimento, gozação... E domingo, às 18hs, tudo se definirá. Será choro de alegria de um lado e de tristeza de outro; aplausos, homenagens, lamentações e explicações...
Depois do complemento da penúltima rodada na noite de ontem, restam 1 vaga na Libertadores-08 e 2 “vagas” para o descenso.
Para a competição sul-americana brigam Palmeiras, Cruzeiro e Grêmio. A vaga está nas mãos alvi-verdes. Jogam em casa, com o apoio da torcida, contra o Atlético/MG.
Mas o time de Parque Antártica que se cuide, pois a Raposa joga também em casa, com o Mineirão lotado, contra o rebaixado e fraquíssimo América/RN - por este motivo, só a vitória interessa ao Palmeiras, 1 ponto a frente na tabela de classificação.
Os gremistas correm por fora, com pouquíssimas chances, pois além de ganharem seu jogo em casa, diante do Corinthians, dependem de derrotas dos outros dois concorrentes. Tarefa árdua.
E é este jogo onde todas as atenções estarão voltadas. O Timão, que se tivesse vencido ontem, estaria livre da queda para a Série B, precisa de uma vitória contra os gaúchos para dependerem apenas das próprias forças e não cair.
Seus dois concorrentes na briga para sair da degola, Goiás e Paraná, jogam contra Internacional e Vasco, respectivamente; vantagem para os esmeraldinos que jogam em casa - se é que este fator possa ser decisivo.
Sem dúvida alguma, as tarefas mais difíceis são, ironicamente, dos times que se enfrentam: Grêmio e Corinthians. Jogar como visitante no Olímpico é sempre uma missão complicada. A sorte dos paulistas é que seus adversários na luta contra a queda parecem querer a todo custo o rebaixamento.
Serão 4 dias de ansiedade, angústia, sofrimento, gozação... E domingo, às 18hs, tudo se definirá. Será choro de alegria de um lado e de tristeza de outro; aplausos, homenagens, lamentações e explicações...
terça-feira, 27 de novembro de 2007
De quem é a culpa?
A tragédia era anunciada.
A Fonte “Nova” foi avaliada junto com os outros estádios brasileiros para a Copa-2014. E ficou em último lugar.
Foi inspecionada também por uma comissão de especialista e foi reprovada. A questão é: se foi reprovada, por que o relatório ser disponibilizado e entregue a autoridades quase um mês depois dos trabalhos, em um evento?
Por que não informar a prefeitura e/ou o governo bahiano que o estádio não tem condições de receber jogos? Sabendo-se, ainda por cima, que a cada rodada em casa, a equipe do Bahia utiliza o local para mandar seus jogos, empurrado por 60 mil torcedores?
A tragédia aconteceu. E o blog está de luto por isso, sim. Mas, o que adianta agora as autoridades se mexerem depois de 7 mortes? Como ficam as famílias que perderam seus entes queridos?
Agora, podem ter certeza, vai começar mais um “jogo de empurra”: o da responsabilidade pelo fato. Um desconversa daqui, outro ali, outro de lá... Não importa. Aqueles que se omitiram e não interditaram um local público impróprio e que abriga uma multidão de pessoas, TÊM DE SER INVESTIGADOS E SEREM PUNIDOS. CHEGA DE OMISSÃO. CHEGA DE “PIZZA”.
E quem sofre, de novo, é o trouxa do torcedor. Amante, fanático e sem consideração nenhuma por parte das autoridades.
Ficam aqui os meus sentimentos às famílias dos falecidos no “acidente”.
A Fonte “Nova” foi avaliada junto com os outros estádios brasileiros para a Copa-2014. E ficou em último lugar.
Foi inspecionada também por uma comissão de especialista e foi reprovada. A questão é: se foi reprovada, por que o relatório ser disponibilizado e entregue a autoridades quase um mês depois dos trabalhos, em um evento?
Por que não informar a prefeitura e/ou o governo bahiano que o estádio não tem condições de receber jogos? Sabendo-se, ainda por cima, que a cada rodada em casa, a equipe do Bahia utiliza o local para mandar seus jogos, empurrado por 60 mil torcedores?
A tragédia aconteceu. E o blog está de luto por isso, sim. Mas, o que adianta agora as autoridades se mexerem depois de 7 mortes? Como ficam as famílias que perderam seus entes queridos?
Agora, podem ter certeza, vai começar mais um “jogo de empurra”: o da responsabilidade pelo fato. Um desconversa daqui, outro ali, outro de lá... Não importa. Aqueles que se omitiram e não interditaram um local público impróprio e que abriga uma multidão de pessoas, TÊM DE SER INVESTIGADOS E SEREM PUNIDOS. CHEGA DE OMISSÃO. CHEGA DE “PIZZA”.
E quem sofre, de novo, é o trouxa do torcedor. Amante, fanático e sem consideração nenhuma por parte das autoridades.
Ficam aqui os meus sentimentos às famílias dos falecidos no “acidente”.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Venceu mas não convenceu
A seleção brasileira do “técnico” Dunga mais uma vez entrou em campo, venceu porém decepcionou.
Jogou uma partida muito mal contra o Uruguai (assim como contra o Peru) e pior, se viu ameaçada por diversas vezes pela seleção celeste.
Não fosse a excelente atuação do goleiro Júlio César e de Luis Fabiano, a vitória de ontem poderia ter sido uma vergonhosa derrota. E não que a vitória também não tenha sido.
Viu-se um time aguerrido, sim, mas sem padrão de jogo, sem jogadas, perdido e dominado em campo, sofrendo com os contra-ataques uruguaios e pela forte marcação na saída de bola do brasileira.
Era de se esperar. Vaias. Gritos de “burro” para o treinador. E mesmo sendo eficiente mais uma vez, a seleção não convenceu. Mas venceu. E assim se adequa ao futebol moderno, perdendo as nossas características de futebol arte, dribles e jogadas de efeito.
Nem Robinho muito menos Ronaldinho fizeram suas “plásticas”. Kaká, o melhor dos três, ainda deu lampejos do seu grande futebol com algumas arrancadas em contra-ataques, mas sem muito sucesso.
A noite parece ter sido boa mesmo só para Luis Fabiano que voltou a ser titular e marcou os 2 gols. Foi muito elogiado até pelo seu “rival”, Vágner Love, que já até admitiu perder a vaga para o companheiro.
E assim, aos trancos e barrancos, ficaremos 7 meses - até a próxima partida das eliminatórias - na terceira colocação na tabela de classificação.
Além de muito trabalho, Dunga ainda tem muito o que aprender.
Jogou uma partida muito mal contra o Uruguai (assim como contra o Peru) e pior, se viu ameaçada por diversas vezes pela seleção celeste.
Não fosse a excelente atuação do goleiro Júlio César e de Luis Fabiano, a vitória de ontem poderia ter sido uma vergonhosa derrota. E não que a vitória também não tenha sido.
Viu-se um time aguerrido, sim, mas sem padrão de jogo, sem jogadas, perdido e dominado em campo, sofrendo com os contra-ataques uruguaios e pela forte marcação na saída de bola do brasileira.
Era de se esperar. Vaias. Gritos de “burro” para o treinador. E mesmo sendo eficiente mais uma vez, a seleção não convenceu. Mas venceu. E assim se adequa ao futebol moderno, perdendo as nossas características de futebol arte, dribles e jogadas de efeito.
Nem Robinho muito menos Ronaldinho fizeram suas “plásticas”. Kaká, o melhor dos três, ainda deu lampejos do seu grande futebol com algumas arrancadas em contra-ataques, mas sem muito sucesso.
A noite parece ter sido boa mesmo só para Luis Fabiano que voltou a ser titular e marcou os 2 gols. Foi muito elogiado até pelo seu “rival”, Vágner Love, que já até admitiu perder a vaga para o companheiro.
E assim, aos trancos e barrancos, ficaremos 7 meses - até a próxima partida das eliminatórias - na terceira colocação na tabela de classificação.
Além de muito trabalho, Dunga ainda tem muito o que aprender.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Acesso definido
Ontem à noite foram definidas as 4 equipes que sobem para a série A do Brasileirão do ano que vem - com 2 rodadas para o fim da competição.
O Coritiba, virtual campeão, era o único já matematicamente assegurado na elite. As outras 3 equipes que sobem são: Ipatinga, Portuguesa e Vitória.
A Lusa, mesmo perdendo para o Coxa no Paraná, conseguiu o acesso graças a derrota do Fortaleza.
Já Ipatinga e Vitória, ambos oriundos da Série C no ano passado, carimbaram o seu passaporte com triunfos em casa. Venceram o Marília (3x2) e o CRB (4x1), respectivamente.
Coritiba, Portuguesa e Vitória voltam para o lugar de onde nunca deveriam ter saído. O Ipatinga, que há alguns anos demonstra ser uma equipe de planejamento, com os pés no chão e um bom futebol, figura pela primeira vez na principal divisão do futebol nacional; basta agora seguir a mesma linha de trabalho adotada até agora para não subir e logo cair, como acontece com diversas equipes.
O Coritiba, virtual campeão, era o único já matematicamente assegurado na elite. As outras 3 equipes que sobem são: Ipatinga, Portuguesa e Vitória.
A Lusa, mesmo perdendo para o Coxa no Paraná, conseguiu o acesso graças a derrota do Fortaleza.
Já Ipatinga e Vitória, ambos oriundos da Série C no ano passado, carimbaram o seu passaporte com triunfos em casa. Venceram o Marília (3x2) e o CRB (4x1), respectivamente.
Coritiba, Portuguesa e Vitória voltam para o lugar de onde nunca deveriam ter saído. O Ipatinga, que há alguns anos demonstra ser uma equipe de planejamento, com os pés no chão e um bom futebol, figura pela primeira vez na principal divisão do futebol nacional; basta agora seguir a mesma linha de trabalho adotada até agora para não subir e logo cair, como acontece com diversas equipes.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Nasce um novo ídolo
A fase é uma das piores de sua história, tanto dentro como fora de campo. Nos bastidores, são denúncias de corrupção, lavagem de dinheiro, pedofilia entre muitas outras; o futebol que o time vem jogando então... É tanta lama que está se atolando sozinho.
Mas no meio de tantos problemas uma estrela brilha e já escreve seu nome na história do clube: Felipe, goleiro do Corinthians. Não fosse o arqueiro, certamente o time já estaria rebaixado para a segunda divisão do campeonato nacional.
Contratado após o campeonato Paulista deste mesmo ano, junto ao Bragantino, após ter feito uma boa campanha, o guarda-metas vêm se destacando desde a primeira rodada do campeonato com defesas plásticas e tendo sempre muita segurança. Salvou o time em diversas partidas da derrota, de sofrer o empate do adversário ou ainda de levar goleadas vexatórias.
Até sábado passado, já estava cotado para ser o melhor na posição no campeonato e sem sombra nenhuma de dúvidas é o melhor jogador do Timão – já anda sendo comparado com outros que figuraram na posição por lá como Ronaldo, Dida, Leão, etc – mas depois da última rodada, ele certamente terá uma lugar especial no coração e na memória dos torcedores.
No jogo mais importante na luta contra o rebaixamento, a defesa EXTRAORDINÁRIA que Felipe fez na cobrança de pênalti de Paulo Baier foi digna de receber uma homenagem. Ela certamente valeu muito mais que inúmeros gols do time dada a importância do momento.
O goleiro, que recebe um salário baixo se comparado com o tanto de trabalho que tem, parece ter sido reconhecido pelo presidente do clube, que irá sentar ao final do ano com o atleta para merecidamente ofertá-lo um salário digno da sua competência.
Viva SÃO FELIPE!!
Mas no meio de tantos problemas uma estrela brilha e já escreve seu nome na história do clube: Felipe, goleiro do Corinthians. Não fosse o arqueiro, certamente o time já estaria rebaixado para a segunda divisão do campeonato nacional.
Contratado após o campeonato Paulista deste mesmo ano, junto ao Bragantino, após ter feito uma boa campanha, o guarda-metas vêm se destacando desde a primeira rodada do campeonato com defesas plásticas e tendo sempre muita segurança. Salvou o time em diversas partidas da derrota, de sofrer o empate do adversário ou ainda de levar goleadas vexatórias.
Até sábado passado, já estava cotado para ser o melhor na posição no campeonato e sem sombra nenhuma de dúvidas é o melhor jogador do Timão – já anda sendo comparado com outros que figuraram na posição por lá como Ronaldo, Dida, Leão, etc – mas depois da última rodada, ele certamente terá uma lugar especial no coração e na memória dos torcedores.
No jogo mais importante na luta contra o rebaixamento, a defesa EXTRAORDINÁRIA que Felipe fez na cobrança de pênalti de Paulo Baier foi digna de receber uma homenagem. Ela certamente valeu muito mais que inúmeros gols do time dada a importância do momento.
O goleiro, que recebe um salário baixo se comparado com o tanto de trabalho que tem, parece ter sido reconhecido pelo presidente do clube, que irá sentar ao final do ano com o atleta para merecidamente ofertá-lo um salário digno da sua competência.
Viva SÃO FELIPE!!
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